Sou simplesmente uma réstia de mim mesmo... Uma lâmina afiada do meu próprio ego... Um carnaval de ideias fora do seu lugar... Sou um puzzle de peças desconexas que avidamente giram... Sou a sensação estranha de uma náusea mirabolante... Um carrocel de sentimentos dispersos e desfigurados... Um baloiço que vai e vem no jardim do esquecimento... Sou a visita que o tempo amordaça...